Retiro Inter paroquial de MECES  

Teve início, hoje, 17 de março/2018, o Retiro inter paroquial de Ministros Extraordinário da Comunhão Eucarística no Centro de Formação São Vicente Pallotti, em preparação a Semana Santa. O Retiro Inter paroquial está sendo realizado neste sábado e domingo, 17 e 18 de março/2018. Neste sábado o Retiro foi assessorado pela Ir. Vanda da paróquia Santa Rita e o Diácono Rodrigo da paróquia São Martinho de Lima. No período da noite um momento emocionante a Celebração da Ceia Judaica. 

Os Símbolos da Pascoa Judaica e a Ceia do Senhor 

Os Símbolos da Páscoa remetem à libertação de Israel da escravidão do Egito. Deus Enviou Seu anjo para matar todos os primogênitos egípcios, afim de fazer com que o faraó libertasse o seu povo. Os hebreus foram instruídos a sacrificar cordeiros e pintar com sangue o batente da porta de suas casas, como sinal para que o anjo passasse por elas sem que causasse dano aos moradores da casa. 

Na noite do primeiro dia de Páscoa, os hebreus deixaram apressadamente o Egito. Os pães asmos são um lembrete de que os Israelitas não tiveram tempo para fermentar o alimento, antes de comer sua última refeição como escravos no Egito. Da mesma forma que o sangue dos cordeiros salvou os hebreus da destruição no Egito, o sangue de Jesus, o Cordeiro Pascal, salvou-nos da destruição e do poder do pecado e da morte eterna. 

O prato principal era o cordeiro pascal, que deveria ser de um ano, sem defeito algum. Era imolado depois do meio-dia, conforme a lei. 

A oração iniciava com as seguintes palavras: "Bendito sejas, Senhor nosso Deus, que tens criado o fruto da videira". Logo em seguida, após ter bebido o vinho, passava a taça aos demais, e cada um devia beber um gole. 

Encerravam a segunda parte da refeição com a oração: "Bendito sejas, Senhor nosso Deus, rei do Universo, que nos tens libertado e liberaste a nossos pais do poder do Egito".

Na terceira parte da cerimônia, os convidados lavavam as mãos, novamente. O dirigente partia um pão asmo, comia um pedaço, acrescentava ervas amargas, molhava-o no molho haroset e o distribuía aos presentes. 

Páscoa é, portanto, passagem da escravidão à liberdade, da morte à vida. Êxodo 12 narra como os hebreus celebravam esse acontecimento. Jesus também celebrou a Páscoa judaica, segundo os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas.   

Fotos: João Batista/PASCOM SANTA RITA