100 ANOS DE APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Neste domingo, 23/04/17, a santa Missa das 18h30min. na Igreja Matriz Santa Rita de Cássia, foi presidida pela Padre Sérgio Coldebella, com a presença do Diácono Paulo Sérgio. Com imensa alegria os paroquianos receberam com festa a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima.

100 ANOS DE APARIÇÃO DE FÁTIMA. Uma noite especial na Igreja matriz de Santa Rita de Cássia, os fiéis da paróquia Nossa Senhora de Fátima chegam com imagem de Fátima para uma visita em comemoração aos 100 anos de aparição de Nossa Senhora de Fátima a 13 de Maio de 1917, as três crianças apascentavam um pequeno rebanho em Fátima/Portugal, viram Nossa Senhora. As crianças chamavam-se Lúcia de Jesus, já com 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 09 e 07 anos. A visita da imagem de Fátima na Santa Rita iniciou com a reza do Terço e no final da Celebração todos tiveram a oportunidade de tocar na imagem e receber um tercinho da Nossa Senhora.

Hoje também estamos reunidos para celebrar a missa de sétimo dia de falecimento de Valdecir Biju Sampati Rocha, pedindo a Deus que a acolha e a toda sua família dando lhes forças para superar estes momentos difíceis.

Reflexão: A primeira leitura é a proposta concreta de como devem viver as pessoas que acreditam no Ressuscitado. O texto destaca uma palavra: “perseverança”. Eram perseverantes no acolhimento da Palavra que guardaram e ensinaram às outras gerações; na comunhão fraterna; caridade, solidariedade, partilha de bens, serviço à vida; na fração do pão nas casas; nas orações diárias como alimento da fé. A Carta de São Pedro é uma espécie de homilia batismal. Pelo Batismo somos adotados como filhos de Deus. Recorda a ação de Deus em favor das pessoas por meio de Jesus Cristo. Ressuscitado dos mortos, Ele nos deu uma herança que não perde o valor. Ela ilumina a realidade dos cristãos dispersos, ensinando-os a resistir no Senhor, em nome da fé e do amor, contra todo tipo de sociedade que não traduz o projeto de Deus, que é vida e liberdade para todos. O Evangelho nos mostra que os cristãos se reuniam geralmente no primeiro dia da semana, à noite, e celebravam o “partir do pão”. Foi em uma dessas ocasiões que a comunidade reunida viveu a experiência da presença do Ressuscitado. Quem estava reunido e vivendo em comunhão com a comunidade não teve nenhuma dúvida de que Jesus estava no meio deles. No entanto, Tomé, símbolo também dos cristãos que teimam em não participar da comunidade ou em participar pouco, tem dúvidas e dificuldades de crer no Ressuscitado. 

Fotos: João Batista / PASCOM Santa Rita