III ACAMPAMENTO # IDE

Foi por mim que Ele morreu e me chamou de Filho Seu  08, 09 e 10 de setembro de 2017 

Neste domingo, 10/09/17, às 18:30h, na Igreja Matiz Santa Rita de Cássia, a Missa de acolhida dos 75 CAMPISTAS que participaram do 3º ACAMPAMENTO # IDE. A Santa Missa foi presidida pelo pároco Padre Sérgio Coldebella.  

O acampamento aconteceu nos dias 08, 09 e 10 de setembro/2017 na Fazenda Bom Retiro, a pouco mais de 40 quilômetros de  Campo Grande, e para que tudo saísse como foi planejado, o evento contou com o trabalho de mais de 100 voluntários, entre jovens, adultos e casais da paróquia Santa Rita de Cássia.  

Reflexão: Para Mateus a Igreja é chamada a ser sinal do Reino de Deus na história, até que esta chegue à sua plenitude. Isso exige dos seus membros atitudes concretas e diferenciadas no cuidado do irmão(ã) pela prática da Lei maior: a vivência do mandamento do amor a si e ao próximo. “O amor é o cumprimento perfeito da Lei” (Rm 13,10b), nos diz o Senhor neste dia, quando nos convida a uma atitude nova diante do irmão(ã) que erra. E ele é mais radical ainda quando diz: “Não fiqueis devendo nada a ninguém... a não ser o amor, pois quem ama o próximo está cumprindo a Lei” (Rm 13,8). O amor cristão, portanto, se traduz no esforço constante de sermos os “vigias” da comunidade cristã, missão estabelecida pelo próprio Deus (cf. Ez 33,7). E vigiar não significa ser fiscal, controlador, mas sim, ter a atitude de velar sobre alguém, ser a sentinela do irmão (ã), não “fechando o coração” (Sl 94,8) para eles, mas advertindo-os e orientando-os, para que não se percam. O ímpio pode se perder e morrer por culpa própria, mas, caso não o ajude, ele se perderá por minha culpa, pois seremos cobrados por sua vida, para que a nossa, diante de Deus, não se perca (cf. Ez 33,9). Na comunidade cristã, somos responsáveis uns pelos outros. Até mesmo quando um irmão (ã) se perde ou erra. O ensinamento de Jesus, portanto, propõe uma pedagogia para corrigir este irmão (ã). Esta pedagogia prevê três atitudes ou etapas a serem seguidas. A primeira atitude é ir ao encontro do irmão (ã) e corrigi-lo em particular (v.15). Se ele conseguir retornar ao caminho cristão, cumpriremos a nossa missão de recuperá-lo. Caso contrário, teremos ainda uma segunda atitude: chamar mais uma ou duas pessoas da comunidade para ajudá-lo (v.16). Se ele ainda não conseguiu retomar o caminho cristão, arrependendo-se do erro, temos ainda a terceira atitude: dizer à Igreja (v.17a). Não cabe a nós julgar e decretar a sentença final. Nossa missão é a de recuperar, reconquistar e conduzir o máximo possível de pessoas a Deus, tendo como modelo Jesus Cristo, pois “Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele” (Jo 3,17). É justamente por isso mesmo que o cristão não se salva sozinho.

Fotos:João Batista/PASCOM SANTA RITA